LANÇAMENTO


GAROTO REBELDE


SURGIMENTO DA HOMOSSEXUALIDADE NA CRIANÇA



Neste livro é levantada a hipótese de que a orientação sexual homossexual, bem como a heterossexual, é pré-programada e emergirá através de estimulações ambientais. O papel do ambiente é fornecer estímulos que disparará a orientação sexual nas crianças.

O nome do livro Garoto Rebelde é uma alusão aos meninos, hoje homens gays pesquisados neste livro, que já foram crianças. Eles não tinham domínio algum sobre o seu desejo, a sua orientação sexual e se “rebelaram” contra a orientação sexual majoritária, a heterossexual e seguiram o caminho da homossexualidade.

Garotos que não optaram em ser gays, mas foram compelidos a abraçarem a homossexualidade, numa relação de força que chegou a ser uma coerção da natureza.

Por mais que lutassem contra a sua orientação sexual, esta batalhe era inglória, pois terão que conviver com o seu desejo homossexual até o fim das suas vidas. Assim, como terão que conviver com a cor dos seus olhos, a sua lateralidade ou a grossura dos fios dos seus cabelos.




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LIVRO SEGUNDO DESEJO


http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/busca/busca.asp?palavra=segundo+desejo&tipo_pesq=titulo&sid=89331576912724765394
717560&k5=2D59AA&uid=&limpa=0&parceiro=TOPIPG&x=22&y=6



ÁUDIO-LIVRO DISFUNÇÕES SEXUAIS: TIPOS, CAUSAS E TRATAMENTO PELA TERAPIA COMPORTAMENTAL


http://www.universidadefalada.com.br/audiolivro/psicologia-psicanalise/disfuncoes-sexuais-impotencia-mp3.html


Entrevista a folha.com http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/778866-homossexualidade-surge-na-crianca-entre-4-e-5-anos-diz-psicologo-ouca.shtml




Entrevista ao site acapa http://acapa.virgula.uol.com.br/site/noticia.asp?origem=slide&codigo=11696&target=_self&titulo=%22%C9+poss%EDvel+notar+a+homossexualidade+na+crian%E7a+a+partir+dos+5+anos%22%2C+diz+psic%F3logo+Pedrosa

Segundo Desejo: Perguntas freqüentes sobre homossexualidade - Aspectos particulares da homossexualidade - Homofobia como prática coercitiva.
Autor: João Batista Pedrosa - Psicólogo e Terapeuta Sexual - Analista de Comportamento

lançamento oficial dia 07/10/2006

Lançamento oficial

07 de outubro de 2006 - sábado - horário das 18h as 20h

Segundo Desejo
Um livro sobre homossexualidade


Em livro, terapeuta sexual explica a homossexualidade com linguagem simples e clara

Por Hélio Filho – Site Mix Brasil

Estudos sobre sexualidade realizados por psicólogos nem sempre são entendidos pelo público em geral e acabam restritos somente aos já iniciados. Para democratizar as luzes do conhecimento psicológico sobre a sexualidade humana e sua diversidade, o psicólogo clínico e especialista em terapia sexual João Batista Pedrosa resolveu reunir sua experiência no livro “Segundo Desejo” (Editora Iglu, R$ 30,00 em média).

O nome já diz tudo porque o autor explica que a homossexualidade é apenas mais um desejo do ser humano, ao lado da bissexualidade e da heterossexualidade. Fica clara a abordagem sem preconceitos e extremamente esclarecedora que o psicólogo dá ao tema. “O centro do meu trabalho clínico com o cliente é harmonizá-lo com sua orientação sexual e buscar caminhos para que ele seja feliz vivenciando sua orientação sexual homossexual sem culpa ou vergonha”, explica o autor.

Dividida em três partes, a obra reúne na primeira delas as perguntas mais freqüentes que os clientes dele levam ao consultório, na maioria das vezes pais preocupados em como agir com a homossexualidade de seus filhos. São dúvidas sobre como e qual a melhor hora para conversar sobre o assunto com o homossexual, homofobia e até a atuação de um educador frente à diversidade sexual dentro de sua sala de aula.

A segunda parte traz um apanhado de artigos sobre homossexualidade e homofobia escritos por Pedrosa a sites e revistas. Nos textos, ele trata dos aspectos particulares da homossexualidade desvendando-a para o público leigo, ou até mesmo para o próprio homossexual, que pode ver ali um guia de autoconhecimento muito eficiente e sério.

Já a terceira parte é mais voltada para discutir – com uma providencial visão behaviorista - como a homofobia está instalada na sociedade brasileira, e mundial, como forma de coibir as ações dos homossexuais, relegando a presença deles aos guetos específicos longe dos olhos das “pessoas de família”. São 135 páginas de uma vasta experiência frente às mais diversas personalidades de homossexuais que conferem a João Batista Pedrosa propriedade para escrever sobre.



Visibilidade e auto-estima homossexual

Foram três fatos da história recente da humanidade que contribuíram para o início da visibilidade homossexual:

(1) Em 28 de junho de 1969, a polícia de Nova Iorque (EUA) invadiu o Bar Stonewall Inn, onde cerca de 400 homossexuais, resistiram à invasão lutando contra a polícia fazendo com que, no dia seguinte, os jornais do mundo inteiro noticiaram que os homossexuais de Nova Iorque deram seu grito de liberdade e saíram da marginalidade para conquistarem seu espaço público na sociedade;

(2) A Associação Psiquiátrica Americana (APA), em 1973, se posiciona contra a visão de que a homossexualidade é uma doença, passando a considerá-la uma variante normal da heterossexualidade;

(3) A epidemia de AIDS, na década de 1980, trouxe à discussão pública da homossexualidade.

A homossexualidade, com esses três fatos, deixa de ser um assunto comentado de forma encoberta e passa a ser comentado abertamente, migrando da invisibilidade para a visibilidade. Stonewall teve um impacto na auto-estima de inúmeros gays.

Auto-estima é a avaliação pessoal que um indivíduo faz de si, sobre seu próprio valor, sua competência e quanto seu comportamento é reforçador positivamente para si e/ou para os outros. Muitos perceberam que é necessário conquistar espaços públicos para a comunidade de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais (GLBT). Fortaleceu-se a visão de que o homossexual é um cidadão que tem o direito de vivenciar abertamente sua sexualidade, pois a prática da homossexualidade não é algo antinatural, não é crime e nem doença. Este novo contexto político repercutiu entre homens e mulheres homossexuais, fazendo com que passassem a sentir orgulho da sua orientação do desejo sexual minoritário e não mais vergonha. Abre-se assim, uma nova página na história da humanidade.

 




Declaração de mãe


Recebi esta declaração abaixo por e-mail de uma mãe. Penso que Rose é um bom exemplo de mãe que superou a difícil barreira da homofobia imposta pelas Agências Controladoras da sociedade: religião, estado e educação.

 

Ser mãe (Declaração de amor de uma mãe a sua filha lésbica)

Por Rose mãe da Rafaella

Tenho três filhos maravilhosos. Ser mãe é um estado de graça, é oportunidade para vencer barreiras, romper preconceitos e lapidar o ser. É reflexo da alma que respira a essência da vida.

A condição de maternidade é livre de qualquer padrão, de qualquer critério imposto pela sociedade, pois os filhos são aceitos na sua totalidade, na sua integral condição de vida e independe de como eles vão agir, pensar, de sua profissão, suas escolhas, dos caminhos que irão trilhar, se seu sexo é de homem ou de mulher.

Sei que sou mãe e cumpro esse papel com amor, carinho e respeito. A homossexualidade de minha filha mais velha me faz sentir e pensar que sou privilegiada, como mãe de alguém especial, que trás no íntimo de seu ser uma alma feminina capaz de amar e de doar-se inteiramente ao outro. Minha filha simplesmente ama e no âmago de seu ser não importa que sua namorada é alguém do mesmo sexo, mas alguém capaz de retribuir seu afeto.

O sofrimento vem de fora, quando se depara com a intolerância e, muitas vezes dentro do próprio ambiente familiar. Mas uma mãe guerreira luta pela felicidade de seus filhos, mesmo que para alcançar esse ideal ela tenha que gritar para a sociedade: “Meu Filho é gay, mas ama e é amado, nada mais importa”.


Segundo Desejo


Um livro que aborda de forma direta vários aspectos do fenômeno da homossexualidade e é destinado ao grande público. Recomendado para pais, educadores, homossexuais e leitores que queiram entender sobre a vida dos homossexuais. Pode ser utilizado, também, na escola por alunos e professores como guia de estudo. Sua leitura ajudará aos profissionais que atuam na área clínica e da saúde: psicólogo, assistente social, psiquiatra e médicos em geral. Segundo Desejo pretende esclarecer contribuindo para que a intolerância e a homofobia sejam minimizadas na sociedade brasileira. E que a pessoa homossexual seja percebida como uma pessoa como outra qualquer. A diferença fundamental dela para os 91% restantes da população brasileira, que são heterossexuais, é sua orientação sexual homossexual. Orientação sexual que ninguém tem a opção de escolher, pois ela é determinada independente da vontade de qualquer pessoa.


- Pedrosa esteve no programa Mais Você (Ana Maria Braga) da Rede Globo dia 28/02/07 onde falou sobre Pais que tem filhos homossexuais. Você pode ver o vídeo do programa clicando no link abaixo:

 

http://www.youtube.com/watch?v=ajSIT2oHADA

 

 

- Leia na íntegra a entrevista do Psic. Pedrosa para Revista Sábado de Portugal (n º 131 de Dezembro de 2006). Sábado é uma das três revistas semanais portuguesas de informações gerais com tiragem de 90.000 exemplares

 

"Os políticos estão a sair do armário"
Por Margot Cardoso

 

Este psicólogo brasileiro acha que os políticos que se assumem como homossexuais ajudam a aumentar a tolerância da sociedade e combatem a discriminação. E considera que todos os homossexuais devem poder casar e adotar crianças.


Quando começou a atender homossexuais, João Batista Pedrosa  procurou apoio de um especialista, mas não conseguiu. Tentou encontrar livros específicos e concluiu que pouco ou nada havia sobre o tema. Então resolveu desbravar este caminho. Hoje, diz que o principal objetivo dos homossexuais quando procuram ajuda é viver sem culpa nem vergonha de sua sexualidade. Mas não é fácil. Além da auto-aceitação, o princípio de tudo, ainda têm de combater os preconceitos  da  sociedade. Ao fim de quatro anos de  investigação e 52 atendimentos a homossexuais,  decidiu juntar os seus conhecimentos em livro - Segundo Desejo, lançado recentemente no Brasil. A obra, recomendada  a pais, educadores e profissionais da saúde, pretende sobretudo combater uma das principais causas do preconceito contra o homossexual: a falta de conhecimento.
 
Quem são os seus clientes e que tipo de ajuda eles procuram?
São os que sofrem por não aceitarem a sua própria homossexualidade. O meu trabalho é fazer com que deixem de ter problemas com sua orientação sexual, para que sejam felizes, vivendo sem culpa ou vergonha. 
 
Como é que o gay lida com a descoberta da sua homossexualidade?
A primeira etapa é a total negação da homossexualidade, o receio da descoberta  faz com que muitos se envolvam em relacionamentos heterossexuais.  A segunda fase é a dissimulação tendo um relacionamento homossexual  clandestino,  uma "vida dupla" e muito medo da descoberta e da punição. A seguir vem a resignação, em que o indivíduo fica na semiclandestinidade, estabelece uma ligação estável com um parceiro que apresenta a  um grupo restrito de amigos. A homossexualidade é reforçada positivamente, mas a sua grande preocupação é não ser descoberto por amigos, familiares e colegas. Evita falar da sua homossexualidade, não nega nem assume publicamente e freqüenta lugares públicos típicos da comunidade homossexual. Por último é a aceitação, revelando publicamente a sua orientação, tendo orgulho de ser homossexual.
 
Muitas vezes os problemas começam logo com a família. Como é que os pais podem aceitar a homossexualidade dos filhos?
O ponto de partida é a sensibilização. Os pais têm que se auto-questionar, de rever valores e de se informar o mais possível. Depois vem o diálogo, onde se quebra a grande barreira. Para o homossexual é um momento muito importante, pois passa a contar com os pais. A seguir é o acompanhamento, em que os pais devem demonstrar interesse pela vida social, escolar e afectiva do filho. Devem estimulá-lo a ter uma profissão, a ser independente e, sobretudo, devem estar disponíveis para o acolher.
 
Muitos dos seus clientes querem casar-se e adotar crianças. Você é a favor?
Apoio totalmente. Se o indivíduo se harmonizar com a sua homossexualidade, poderá formar uma família e adotar um filho ou fazer uma inseminação artificial. Cerca de 1% dos gays e 15% das lésbicas na Europa adotaram filhos.
 
Porque há cada vez mais políticos a assumir a sua homossexualidade?
Nos anos 90, era impensável um político assumir publicamente a sua orientação homossexual. Seria isolado e não se reelegeria. Atualmente, muitos políticos, em particular,  na Europa e Estados Unidos estão a sair do armário.  Penso que é muito bom, faz com que as pessoas fiquem mais tolerantes com os homossexuais e os políticos serão avaliados, não pela sua orientação sexual, mas pela sua competência.
 
Houve muita evolução no conceito de homossexual?
Houve conquistas a partir de 1980 no Ocidente, maior visibilidade para a homossexualidade, avanço na legislação e maior aceitação.
 
A homossexualidade sempre existiu da mesma forma que a conhecemos hoje?
O primeiro registro histórico da homossexualidade foi encontrado em 1853 por arqueólogos britânicos, em Nínive, no Norte do Iraque. Os escritos, de 2.000 anos a.C. mencionam a afeição entre pessoas do mesmo sexo. A manifestação da homossexualidade tem sofrido variações ao longo da História. A novidade é que se tornou mais visível nos últimos 50 anos e a sociedade começou a reconhecê-la como algo natural. Deixou de ser considerada pecado, crime ou doença por várias culturas, apesar de as grandes religiões continuarem a punir sua manifestação.
 
Qual é a melhor forma para o homossexual lidar com o preconceito?
Deve combatê-lo e fazer uso das leis que o protegem. Desenvolver o auto-conhecimento, amparar-se em grupos, freqüentar lugares homo são boas estratégias de defesa, usadas no processo terapêutico.
 
Como é que se explica que também haja discriminação entre eles?
A homossexualidade continua a ser condenada socialmente. Quando os mais afeminados revelam claramente a sua homossexualidade, os gays que ainda estão dentro do armário, ou são mais discretos, ficam incomodados e tentam isolar os outros socialmente.
 
Em que países é que há mais perseguição?
Segundo registro da Anistia Internacional em 28 de Junho de 2004, há 70 países que perseguem homossexuais e transexuais com base na legislação. A maior perseguição ocorre nos países muçulmanos.  As punições são: multa, castigos corporais, prisão perpétua e trabalhos forçados e há países que aplicam a pena de morte.  Mas continua a haver muita discriminação. Por exemplo, o Brasil é campeão mundial  em mortes de homossexuais. Em 2005 foram assassinados 85, no México 35, e nos EUA 25.
 
A homossexualidade é genética?
Há pesquisas que indicam que as estruturas cerebrais são diferentes nos heterossexuais, outras  apontam a possibilidade de existir um gene, o Xq 28, responsável pela orientação sexual homossexual, transmitido pela mãe. Já foi registrada a  homossexualidade em espécies animais: elefantes, insetos, aves ou golfinhos. Coloca-se ainda a hipótese de a homossexualidade ter a função de regular o controle populacional nas espécies.  Por isso existe há milhares de anos. Caso não tivesse uma função, teria desaparecido naturalmente. Mas nada foi comprovado e há poucos estudos sobre o assunto.
 
Porque é que muitas vezes os homossexuais têm uma mulher como melhor amiga ?
As mulheres são menos punitivas em relação à homossexualidade e, como não há interesse sexual, sentem-se mais seguras para contar os seus segredos aos amigos que são gays. Como eles têm a visão masculina, é interessante para elas consolidarem uma amizade com um gay.
 
Mas muitas vezes as melhores amigas são sempre mulheres bonitas? 
Por que as mulheres bonitas são vaidosas e gostam de se cuidar como eles.  O cuidado com o corpo, a roupa, a aparência física é muito valorizado na cultura gay. Daí muitas mulheres bonitas gostarem de ter como melhor amigo um gay, pois este valoriza a sua beleza, reforçando a sua auto-estima.
 
Ou seja, os interesses comuns como moda, estética e beleza também reforçam esta amizade?
Sim. Mas não podemos generalizar. Há gays que têm com as mulheres interesses comuns e há outros muito masculinizados que gostam de moda, estética e beleza, mas numa perspectiva do que se chama na cultura gay, macho man. Assim como há gays que se interessam por automobilismo ou desporto.
 
Um gay pode apaixonar-se por uma mulher?
Apenas dentro de um contexto de admiração não no sentido sexual, pois um homem gay tem a sua orientação sexual direcionada para uma pessoa do mesmo sexo. Logo seu afeto e as reações biológicas e fisiológicas do seu corpo são direcionadas para outro homem.


- LANÇAMENTO DO LIVRO OCORREU DIA 07 DE OUTUBRO DE 2006 EM SÃO PAULO
Quero agradecer aos amigos(as), clientes, ex-clientes e aos inúmeros colegas de trabalho da área da saúde e áreas afins: psicólogos, psiquiatras, urologistas, ginecologistas, neurologistas, pedagogos, pediatras, advogados, educadores, entre outros, pelo comparecimento no último dia 07 de outubro de 2006 ao lançamento do livro SegundoDesejo no Shopping Frei Caneca - São Paulo SP. Os 137 autógrafos concedidos e as inúmeras pessoas que lá estiveram para deixar seu cumprimento me reforçou positivamente para continuar neste projeto. 



ENTREVISTA DE PEDROSA AO SITE MIX BRASIL SOBRE O LIVRO SEGUNDO DESEJO

Acesse o link http://mixbrasil.uol.com.br/mp/upload/noticia/3_51_52534.shtml


OPINIÕES DE LEITORES DO LIVRO SEGUNDO DESEJO
Pedrosa, adorei o livro Segundo Desejo, deverá ajudar muitas pessoas. Nos meus atendimentos na clínica de psicologia ele será muito útil. Comprei no encontro da ABPMC (1) em Brasília. Acho que este livro é um marco para nós analistas do comportamento. Estávamos precisando de um livro assim, de fácil leitura que colocasse a questão da homofobia e da homossexualidade na perspectiva da análise do comportamento. Parabéns! M. L. C. (Minas Gerais)
(1) XV Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental realizado dia 15 de setembro de 2006 em Brasília.


Recebi o livro e estou gostando muito. Devo acabar a leitura ainda esta semana. F. M. (São Paulo)


Estou lendo seu livro  e estou gostando. Ele é muito dinâmico e fácil de ser compreendido. Quero ver a possibilidade de você fazer uma palestra aqui na Faculdade de Psicologia. I. M. F. (Mato Grosso).



Olá! Creio que você deve receber dezenas de e-mails por dia. Acho que você não lera esse e-mail. Espero receber aquelas mensagens automáticas de resposta!  Mas enfim, escrevo mesmo assim!  Chamo-me T. tenho 20 anos hoje, sou filho caçula da casa e sou gay, sempre fui, sempre senti atração por homens, era o mais delicado da sala, tive mais amigas do que amigos, essas coisas! A diferença de idade do meu irmão para mim é de quatro anos, e ele sempre soube de mim e em diversas brigas me chamava de gay e veado. Em fevereiro numa briga ele me chamou de gay e eu me senti orgulhoso e triste ao mesmotempo, pois escondia de mim mesmo. Com isso resolvi me assumir e em uma pesquisa na internet, encontrei seu Guia de Orientação para Pais de Homossexuais (1), e ele foi fundamental para mim! No dia seguinte, que achei seu guia, chamei meus pais falei que era gay dei o guia para eles. Eles leram e descobri que acima de tudo eles me amam. Bem, contei aqui bem reduzido né! Gostaria de agradecer a Deus pela sua vida, você mesmo não me conhecendo foi muito útil e foi fundamental na minha decisão! Muito obrigado por tudo, um abraço! T. N. (Santa Catarina).
(1) A versão atualizada deste Guia é a Parte I do livro Segundo Desejo.